...
We are made of stars... ★★★★★
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
...
"Eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências."(CaioF.A.)
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
where is the love?
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Persistência da Memória
Mais difícil que amar e não ser amado em volta, é quando te amam e você não sabe amar.
E mais difícil do que esse circulo vicioso mais ou menos assim: Pedro que amava Ana, que amava o João, que amava Maria, que amava o Pedro... É só, quando você ama alguém, a mesma sabe que você a ama, e você sabe que ela também te ama (Ou amava, vai saber), e outra pessoa te ama, entretanto você jamais irá retribuir este amor... Será apenas um afeto leviano... Apenas!
Não estou falando que tem de haver reciprocidade, mas sim de modo. Porque quando alguém te ama, ela te ama do jeito dela, porque ela faz uma imagem de você.
E às vezes a pintura é mais bela que a paisagem. E é nisso que consiste o charme das belas artes.
O pior é a certeza de que o outro quadro é tão belo quanto a sua paisagem, mas tudo o que você consegue ver é um cubismo surrealista que esconde a real beleza, impedindo assim que você ame aquela paisagem como devia.
E às vezes, isso te faz desistir de ir às exposições... E tudo que lhe resta são os quadros nos corredores e nas salas de estar. E eles nunca são tão belos quanto aquele que você viu naquela exposição, exclusiva e sublime.
Quanto ao quadro, ele vai continuar em exposição. Alguém vai lá comprá-lo um dia. E quando você for procurar e vê-lo na parede da casa de alguém, você não vai se lamentar.
Você vai finalmente ver a beleza escondida por trás daquele Salvador Dalí e pode, no final, acabar comprando um quadro tão belo quanto.
Mas você nunca vai entender aquela paisagem que se foi...
Mas não é motivo de lamentação. As paisagens são tão belas quanto os olhos que as vêem. Cabe a você definir que tipo de paisagem lhe agrada e aí comprar aquele quadro. Ou roubá-lo o seu quadro mais adorável da casa de alguém... Custe o que custar!!!
Autor: V.Guilherme
E mais difícil do que esse circulo vicioso mais ou menos assim: Pedro que amava Ana, que amava o João, que amava Maria, que amava o Pedro... É só, quando você ama alguém, a mesma sabe que você a ama, e você sabe que ela também te ama (Ou amava, vai saber), e outra pessoa te ama, entretanto você jamais irá retribuir este amor... Será apenas um afeto leviano... Apenas!
Não estou falando que tem de haver reciprocidade, mas sim de modo. Porque quando alguém te ama, ela te ama do jeito dela, porque ela faz uma imagem de você.
E às vezes a pintura é mais bela que a paisagem. E é nisso que consiste o charme das belas artes.
O pior é a certeza de que o outro quadro é tão belo quanto a sua paisagem, mas tudo o que você consegue ver é um cubismo surrealista que esconde a real beleza, impedindo assim que você ame aquela paisagem como devia.
E às vezes, isso te faz desistir de ir às exposições... E tudo que lhe resta são os quadros nos corredores e nas salas de estar. E eles nunca são tão belos quanto aquele que você viu naquela exposição, exclusiva e sublime.
Quanto ao quadro, ele vai continuar em exposição. Alguém vai lá comprá-lo um dia. E quando você for procurar e vê-lo na parede da casa de alguém, você não vai se lamentar.
Você vai finalmente ver a beleza escondida por trás daquele Salvador Dalí e pode, no final, acabar comprando um quadro tão belo quanto.
Mas você nunca vai entender aquela paisagem que se foi...
Mas não é motivo de lamentação. As paisagens são tão belas quanto os olhos que as vêem. Cabe a você definir que tipo de paisagem lhe agrada e aí comprar aquele quadro. Ou roubá-lo o seu quadro mais adorável da casa de alguém... Custe o que custar!!!
Autor: V.Guilherme
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
(Caio Fernando Abreu)
Assinar:
Postagens (Atom)


